Lilypie Fifth Birthday tickers

Lilypie Second Birthday tickers

20

meses em beleza!!!

mãe sem tempo, demasiados projectos, tarefas, trabalhos...

ver-te crescer e tentar não te roubar o tempo que tens para nos dar.
Hoje também aqui sou de ti

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Com as minhas mãos


Seguro todo o mundo, e com os braços abraço toda a vida. Com os meus olhos vejo sempre o novo o brilhante o ainda não conhecido. E com a minha boca beijo os dias como ofertas.



*
Fechou-se e trancou-se num espaço sem mais portas ou janelas. Desesperou, desesperei, felizmente chegou o pai e abriu a porta...

Cortamos os caracóis os do João e os do Mano.... um look mais fresquinho para enfrentar esse prometido calor.

Repete todas as palavras algumas à maneira dele, outras só o fim, delícia ouvi-lo a conversar ao telefone ou a gesticular.

Ainda não dorme a noite toda...

Pendura-se em qualquer lugar, trepa, sobe... às vezes cai.

Está oficialmente aberta a caça ao grito e à birra...

Não quer ouvir falar em treino do potinho.... só mesmo na fralda e depois anuncia o produto alto e bom som.

Já come (relativamente) bem com um garfo... Com a colher não pois vira-a para baixo ao chegar à boca.

Quer fazer tudo sozinho... tudo mesmo...

Gosta de brincar na cama, fingir que está a dormir, mas só adormece abraçado ou ao colo....

Está a chegar a hora do infantário e ele continua a ter reacções um tanto ou quanto inesperadas em contacto com bebés e pequenitos...

Quando chego ao fim da tarde, esteja onde estiver corre logo a pedir a Pi (Chupeta) e pede colo para ficar ali no miminho da saudade (adoro :)

Já tem dois molares e dois a espreita quase quase a sair...

Adora a ilha das cores... O Egas, o Becas, O Noddy, O Ruca, O Pokoyo e o Hiakary (não sei como se escreve) e também gosta de 'Todos contra Chris'

Uma das suas brincadeiras preferidas é pedir um pápis (lápis) desenhar e pedir para desenhar... vai fazendo as suas rabiscadas e diz papá, mamã, vovó, dudu, vuvu... mau (miau) cão.... já temos umas quantas obras de arte...

É brincalhão, é reguila, é teimoso, é meigo, é aventureiro, é irrequieto, é pesquisador.

E quando me abraça tudo que pesa no dia fica da cor deste azul do céu...

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Pérolas

da linguagem... do meu poliglota que parecia falar um chinês muito dele e agora tá assim a atirar para o árabe...

tuba: chuva
tatato: sapato
naniz: nariz
ptinho: patinho
nano: mano
cóis: caracóis
lua...
téu: céu
tol: sol
nunens: nuvens
pish: peixe
tixa: chicha
atata: batata
anana: banana
orangos: morangos (não gosta muito das primeiras letras...)
muito direitinho: cão e pão hehehe
e estas são as que me ocorre para o registo mas já são muitas as palavras... as frases ainda nem ensaiadas só de vez em quando uma tentativa de 'tatato papá' 'papinha bebe'...
diz os nomes dos familiares e às vezes concentra-se muito para repetir uma palavra que ainda não sabe dizer.
não diz o seu nome, continua a dizer bebé!

também anda a exercitar a veia artística e não raro encontramo-lo a cantar:
du du yeah yeah paz paz bebé!

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Com a Lua nos Olhos


Olho-o recordando os dias em que parece que recomeçamos a viver, onde tudo volta a ser novo, porque diferente, onde os passos são desmedidos, onde os dias são urgentes, onde Amar é um desejo, por ventura uma dor, uma aventura… e o medo… esse… um companheiro, tantas vezes ignorado. Penso os meus dias, assim um dia, adolescentes… as grandes batalhas e as menos grandes também, as pequenas sombras e os grandes filmes, os sonhos… os dias para ser… um dia… grande! Recordo esse tempo, sem nenhuma saudade, mas com uma leve doçura no espírito, de quando, ainda menina, sentia flores por debaixo dos passos se acaso um sorriso, espelho de um outro ser ainda não amanhecido como eu, me brindava a manhã.

Recordo esses meus tempos olhando-o, aqui tão perto e tão longe no seu… tão seu… mundo. Recordo-me, olhando-o, e não me lembro de algum dia ter tido a lua a morar-me assim nos olhos, a paisagem tão efémera desfilando e o espírito voando, e ele ali tão quieto navegando, não naufrague, penso e espero, por entre as vagas intempestivas que são as de um coração adolescente. Em que mundos deambula o teu, já tão grande de tamanho… mundo. Teimei tanto para que não ficasses maior do que eu… e já é tanto o que o teu corpo alcança, o que a tua mão toca… longe, longe… ali tão longe, que trouxeste a lua lá do céu para a tua casa e nela repousas a cabeça, e os olhos, quando pareces encontrar-te assim sossegado, e assim alheado, deste, tão nosso, mundo. Sem maldade mas com uma pontinha de curiosidade, confesso, desperto-te tantas vezes desse sonho que habitas… às vezes com vontade de também eu morar nessas nuvens, viajar nessa luz… Desperto-te, despertas… e a realidade parece então muito crua e muito estranha, nada comparável a esses espaços, a esses sorrisos, a essas memórias que trazes na lua que mora nos teus olhos e no teu bolso do peito.

Sei-te aqui, também nas horas em que o coração chora e o teu mano reclama chamando repetidamente Dudu, Dudu, hum tá? E as suas mãozinhas pequeninas virando-se resignadas… Sei-te aqui, quando te penso aqui tão perto, mas vivendo num castelo com tantas muralhas em volta. Sei-te aqui quando me rio sozinha das nossas teimosias, e das nossas alegrias. Sei-te aqui quando o teu pai sorri para dentro e partilha em silêncio um momento tão vosso, que ele já te sabe a senti-lo. Sei-te aqui quando o teu coração reclama o caminho, e tão sossegado, e tão resignado, e tão esperançado nele acredita. Sei-te aqui e basta.

Dói-me muito não serem estas palavras ainda, as que do nosso coração sangram… as que gritam tudo o que é torto nos nossos dias…. Dói-me que não sejas ainda dono dos mundos por onde viajas, e dos passos, tão certeiros, caminhos, por onde os teus passos, vestidos de liberdade te poderiam levar….

Mas o meu coração sorri e acredita, nesse dia, em que sossegado… assim… como agora… parecendo quieto e alheio, dono enfim, dos teus passos, dos teus castelos e senhor dessa lua que mora nos teus olhos irás caminhar por esse mundo, esse tão belo mundo que desejas, e que no dia que amanhece num próximo amanhã, já é teu!

Pelos teus, hoje completos 15 anos,
o nosso desejo de que a Felicidade se multiplique e que seja estrelado esse teu caminho!*

Aqui tão teus Jane, Pai e João


Adenda: Não percebi que estava nas entrelinhas. Talvez para quem nos lê à menos tempo. Este tão nosso aniversariante é o mano do João. Por ele, e pelo amor do pai por ele, é que eu desejei ser mãe. Antes de ser mãe, já era mãe-drasta deste belo rapaz!

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Foge das mãos

como vento, a água a areia...
Foge das mãos e já não se alcança... num segundo cresceste, mudaste, aprendeste... e num instante já não és aquele ser pequenino que os meus braços protegiam e o meu coração afagava. Agora és um menino, andarilho e pesquisador, sempre a desafiar o mundo, sempre a conquistar castelos. As palavras povoam o novo mundo, recheado de sorrisos e de muitos nãos, teus e nossos, desafiante e provocador, de olhar matreiro em riste testas os limites da nossa segurança. Não é não, mas às vezes o sorriso espreita e temos de esconder a cara para manter a firmeza. Não existem se não umas frases muito tagarelas mas na língua de um outro planeta que ainda não visitamos. O resto são palavras, cada uma com mais silabas: miminhó, apato, ptinhó, cáacóli.

E um Mãeí e um Paií que são uma delícia.

As noites estão mais calmas, custa a querer ir dormir, de novo um mundo tão cheio de novidades, de descobertas, de desafios, tau tau, e uma parede marota que teimou em vir contra a tua testa. Ainda adormeces nos meus braços, e aí sinto-te enorme, depois para a cama, tomas um biberão pela noitinha sem acordar e já aguentas (quase sempre) até às sete, às vezes um choro resolvido com a chupeta, a Sr.ª D.ª Pi outras vezes ainda vens aconchegar-te entre mãe e pai, e o teu cheiro doce povoa os nossos sonhos.

Tantos os registos que não vêm morar nas palavras, o meu olhar admirando-te (e o meu sorriso babando) de tantas façanhas que não chego a narrar.

Sempre o tempo, essa muralha intransponível e esta vida moderna que te tem aí e a mim aqui por tantas horas... Saudade

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Oferta da minha amiga Lü



SINOPSE
Os pais são a entidade reguladora das reclamações das crianças. São, digamos assim, rezingões como elas. Tão depressa são os “donos da bola” dos caprichos como os mais habilidosos “números 10” da pieguice e da lamúria. Os pais são o rei leão, quando se trata de proteger, ou um bambi carinhoso, quando um filho os aninha num abraço. E imaginam que o mundo das crianças seria mais fácil se alguém as equipasse com um manual de instruções. Mal sabem os pais o que as crianças (mesmo as mais pequeninas) são capazes de dizer sobre as pessoas crescidas.
Neste livro só lhe damos o mapa do tesouro. Logo que o sinta, por entre as palavras das crianças, faça o favor de o procurar pelos seus dedos. No espaço que vai entre os olhos dos seus filhos e o seu coração.


hehehe já comecei a ler. depois conto como é!!!! mas se o encontrarem por aí aconselho vivamente!

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Um Dia



Todos os sorrisos serão igualmente brilhantes!*

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