Lilypie Fifth Birthday tickers

Lilypie Second Birthday tickers

Os nomes

Ana: Significa cheia de graça e predispões a criança a se tornar muito segura, graças à sua boa organização mental. Sua intuição lhe garante boas escolhas nos estudos, na profissão e no amor. Do hebreu "cheia de graça", "que tem compaixão, clemência".

Clara: Significa brilhante, ilustre e revela uma pessoa com forte senso crítico e muita racionalidade. Nem sempre os outros entendem seu autocontrole e seu perfeccionismo, mas essa é sua forma de lutar pelo sucesso. Geralmente, progride muito na vida. Do latim "brilhante, luzente, ilustre".




Francisco: relativo aos franceses e indica uma pessoa de carácter firme e audaz, mas que encontra problemas no relacionamento social porque quer que sua opinião prevaleça sempre.
 
João: Significa agraciado por Deus e indica uma pessoa com forte espírito de liderança. Impulsivo, às vezes é mal interpretado, mas seus actos sempre visam o benefício da maioria, pois possui nobreza de carácter.

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Registos da Princesa Clara

Temos dois mimos muito nossos.


Um é ela por a chupeta e agarrar-me a mão, para que encostá-la ao seu rosto pequenino, fico assim com a mão, entre a bochechita e a orelha e ela inclina a cabeça como se todo o seu peso fosse ali descarregado.

O outro é ela puxar-me e encostar a sua testa à minha dizendo enquanto se balança haaaaaa haaaaaa


Ambos são tão booooons.

Infelizmente não consegui fotografar porque ela vê a câmara e não quer mimos, só sorrir e tentar agarrar.

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Pérolas do Rei João

Muito manhã, dou-lhe o leite e encosto-me a ele ainda na cama.

(sim, por aqui ainda se chega aos quatro a beber leitinho no biberão... e para ser sincera, não tenho pressa nenhuma de o abandonar, e muito menos o João, é o seu lado bebé e o seu mimo de manhã e à noite)

- Mãe, eu sonhei com o Pinheiro, blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá e depois ele corria e eu blá blá bláblá blá bláblá blá bláblá blá bláblá blá bláblá blá blá e então blá blá bláblá blá bláblá blá bláblá blá blá... Num achas?


- hã hã... assenti no meio de algumas tentativas frustradas de recuperar mais 5 minutos de sono
- Olha!.... Vira-me as costas profundamente zangado - eu também vou começar a dizer-te hã hã para ver se tu gostas!
Acordei logo!*


****

Há uns dias:

Já atrasada fecho a porta.
Mamã vamos à vovó? Não, porquê? Tenho sede! Porque não pediste em casa?
Procuro as chaves, não tenho. Um berreiro descomunal. Ligo ao pai para não acordar a bebé.
Abre a porta pf!
Bebe a água. Certifico que levo as chaves de casa. Fecho a porta. A chave do carro ficou em cima da mesa. Abro a porta. Pego nas chaves. Fecho a porta.
Mãe estás zangada? Não.... (Humpf, manhãs...)

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A nova Fábrica

Depois de tanto tempo de ausência, e da Fábrica há muito ter perdido os desenhos que eu tinha feito, resolvi mudar-lhe o rosto. Um incentivo ao registo. Ainda está em modo beta... espero resolver alguns problemas em breve.
Aqui iremos continuar a morar.

NOTA: Não estou a conseguir perceber o que se passa com a caixa de comentários... espero resolver em breve)

Nota 2: Resolvidos os comentários... agora deixaram de funcionar os links que estão lá em cima... mas isso vai ser resolvido.

PROBLEMAS APARENTEMENTE RESOLVIDOS --> Fim das Obras

Bem vindos à fábrica de cara nova!

--> Abaixo post muito longo de actualização

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de longe e de perto

Tenho me mantido afastada destes registos, com medo, talvez, de que as palavras venham acompanhadas de algum lamento ou que não tenham de recheio as cores com que gosto de pintar a vida. Hoje, no meio da resolução, para quê lamentar quando tens de mudar... resolvi limpar o pó a esta fábrica que amo de coração, onde tantas vezes deposito o meu coração de mãe e quase sempre, no fim de algumas linhas de prosa, o suspiro amoroso me invade o dia. Quase em todas as vezes, saio daqui mais leve.

Sei que já são poucos os que nos acompanham, muitos foram ficando cansados deste mundo virtual e outros acabaram por desistir de cá vir, tantas foram as visitas em que não havia novidades. Sei que o segredo de um blog frequentemente visitado é assiduidade com que fazemos registos e também a assiduidade com que visitamos os outros blogs de conteúdos e interesses semelhantes. Neste toma lá dá cá, da qual não sou propriamente perita, devo dizer que apesar da cada vez serem mais espaçadas estas minhas palavras, também cada vez é maior o apresso que tenho pelos que visito e que me visitam. Mães (essencialmente) que partilharam tempo de barriga, que viram acontecer mais ou menos ao mesmo tempo, o nascimento do meu e dos delas e que aos poucos fomos conhecendo e abraçando em palavras.

Ao ler algumas coisas menos positivas em cantinhos vizinhos, descubro que no meio dos blogs mais badalados e visitados há também à mistura um pouco da maldade que existe no mundo. Pessoas, que como eu, ao se exporem, expõe-se à crítica, à inveja, à maldade. Em 4 anos e meio de blogosfera, posso dizer que é para mim uma enorme felicidade ter apenas encontrado pessoas que aqui (e na antiga Fábrica de Fazer mundos) vieram deixar o seu apreço, a sua amizade, o seu carinho e até o seu ombro.
Muitos passam desde sempre... alguns em silêncio, outros a quem eu não posso devolver a visita (ccoimbra... veliam....). Já foram as visitas que me incentivaram a tentar a assiduidade. Neste momento, sinto um grande peso na consciência, por ter iniciado este registo e por não estar a conseguir manter: porque facilmente me esqueço dos episódios mais engraçados... porque frequentemente penso, vou escrever isto, e depois quando venho acabo por não o fazer (mais ou menos como agora)...

São os meus filhos que aqui me trazem, sendo que para quem ainda tem a coragem de aqui passar, deixo esta primeira parte e o meu imenso abraço, pois no meu coração estão também as peripécias dos que por este excêntrico mundo virtual vou conhecendo. Fica a advertência que esta que aqui está sou eu, mas não sou eu por completo, é o pacote mãe que aqui deixo e será sempre assim. Talvez nas entrelinhas se conheça a mulher por detrás das palavras, talvez a quem me veja por outros lados (virtuais ou reais) consiga perceber a mulher para lá da aventura da maternidade. Mas esta é aquela que eu escolhi deixar aqui.

A partir daqui ficam os meus pequenos, aos representantes das caixas de comentários, aos leitores anónimos, aos que já vieram, aos que um dia chegarão. Fiquem connosco enquanto ficarem por bem. E aos que tantas vezes me deixam palavras, mimos e abraços... saibam que também moram cá dentro.

*********

Somos 5 há 11 meses e dois dias. Tanto mundo que mudou dentro de nós. As rotinas. As exigências... as surpresas. A casa tem vida, tem alegria, tem desavenças, tem advertências, tem surpresas e até mistérios. Isto é crescer. Penso e digo (em mim e para eles). A mana já cresceu? Pergunta o João menino e impaciente. Já fala? Já anda? E depois diz feliz à tia: A minha mana já brinca. Já Já! Sentados na sala, na manta dos brinquedos rodeados de almofadas e dos meus olhos. Calmos às vezes. Outras em silêncio quebrado por um repentino acesso de não gosto de ti afinal. São mil os olhos que os bebem. Às vezes também a pressa de que cresçam, outras a vontade de que o tempo pare e cristalize a paz que nos envolve. A três é como andar de montanha russa, tamanhas são as emoções. Um teenager sabe ser responsável e "tomar conta" dos irmãos, mas também sabe provocar, sabe testar os limites, principalmente do furacão João. É uma casa cheia. Cheia de tudo, de amores e de surpresas. De suspiros, de abraços. E por vezes também de gritos e de cansaços.

Repetem-se os dias, agora mais rotineiros. Pela primeira vez e depois de passado o primeiro mês de adaptação o João pede para ir à escola. De manhã, depois do seu tempo morno de acordar, diz que não quer ficar em casa, que quer ir e alegre chegamos para mais um dia. Em mim ainda o arrepio acontece, se penso no dias afastados, nas horas que me parecem imensas... e apesar de saber que é um óptimo lugar e que os benefícios no seu comportamento e personalidade são mais que visíveis, são factos... não consigo deixar de pensar que quase 4 anos é muito pouco para tanto tempo afastado de nós. Coisas de mãe piegas que tento não pensar em demasia.

O João está crescido, um senhor dizem alguns, mas ainda se nota alguma falta de estabilidade no seu comportamento, à conta da vinda da irmã... muito exigente, um pouco conflituoso, e sempre pouco hábil em saber lidar com as contrariedades. Tudo tem que seguir o ritmo normal e habitual, uma pequena coisa que saia da rotina, um acidente, uma surpresa são motivos para gritos, choros... desespero. Nas horas calmas é conversador, espirituoso, gosta de brincar e cada vez o faz melhor. Tem alma rica e olhos que espelham e reconhecem o mundo. Sabe interpretar, tirar conclusões maduras e surpreender com coisas que nós nunca lhe tínhamos explicado. Lembra-se de todas as histórias de todos os livros e gosta de palavras novas, de histórias novas de mundos de fantasia que tece com as suas mãos e os seus sonhos. É a idade da magia, da dualidade... confunde sonhos com realidade e às vezes tem pesadelos dos quais é dificil esquecer. Os terrores nocturnos ainda acontecem, felizmente são raras as vezes... já os enfrento com mais serenidade. Abraço-o, conforto-o com palavras doces, e espero que passem os gritos e choros e que o sono vença-o de novo... É o meu rapaz, ele não é apegado a mim, é colado... a mãe é tudo e é nada. Para mim são os maiores mimos e os maiores conflitos. O pai sabe impor melhor a sua autoridade e precisa de muito pouco para o por na linha... comigo tudo é mais medido, a corda esticada até quase quebrar. Passei dias (e em momentos ainda me deixo vencer) em que me vencia pelo cansaço. Mas mãe também aprende, a dominar o cansaço e o desespero... a procurar a calma e principalmente, em encontrar o caminho. Dei por mim a exigir demais, queria que fosse mais autónomo, mais desapegado, menos bebé... e não resultou. Hoje andamos na barca da aprendizagem, todos, a gerir todas as emoções e a encontrar o ponto de equilíbrio entre o ser bebé e já ser menino.

A Clara cresce ao seu ritmo, à sua vontade, bebé sossegada que gosta de atenção e mimo. Adora os irmãos... é a menina do papá e com ele divide as manhãs em mimos, sonos e descobertas. É fácil de contentar e de alegrar... e se está inquieta, normalmente são as necessidades básicas que falham: dormir, comer ou fraldinha. Teve uma segunda otite esta semana, mas é difícil perceber que está doete, não ganha febre nem se mostra inconsolável, só um pouco mais irrequieta. No feitio calmo e alegre que dura a maioria do tempo, começaram a aparecer rasgos do seu lado mais cinza. É ciumenta e não consente que pais, avós ou irmãos dêem atenção a outros bebés que não ela... reclama logo com a sua voz forte e um aaaahhhh zangado e mexendo com força os braços. Tem mão certeira e afasta o que não quer determinada. É dócil, mas não é fácil de levar... Já sabe o que é não e Ah! e faz logo um beicinho que é uma delícia. Se lhe dizemos não, a maioria das vezes desata mesmo a chorar. Aprendeu a apontar e mesmo ao colo aponta tudo o que quer e para onde quer ir. à pergunta onde está a Clarinha, aponta a barriga e diz tata ou tati. E diz olá frequentemente... Faz xau com a mão pequenina. Dá uns beijos de boca aberta muito bons. Não gosta de ficar em pé, nem de andar, faz força para se sentar. Consegue-se por a pé agarrada, mas não o faz frequentemente. Rasteja como um tropa, e ensaia o gatinhar, mas a barriga gordinha puxa-a para o chão. Encosta a cabeça a minha e faz aaaaaaa, uma delícia nossa.

Gosto de os ver juntos e ficar com a certeza que foram o melhor que a vida me deu. Apesar de todos os cansaços, de todas as dificuldades e dos dias não serem leves. Apesar de mim e apesar de tudo... todo o meu mundo tem aqui um sentido muito grande. Gerir a vida não é uma coisa fácil, requer método, paixão e muita muita energia. Hoje (apesar de um braço que resolveu enferrujar) o sol beijou-me a pele e disse-me apenas isto: Força!

E fica a faltar post com as conversas e peripécias do principe João... em breve, para breve....
E os aniversários estão quase a chegar... e o natal...
E tanto que fica sempre por registar...

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9 e pico

Sempre o tempo, esse feroz morderdor que come os dias como se fossem o seu alimento.

Os dias são corridos, apressados e a estafa desabou, já pelo João esta foi a altura mais crítica, pelos 8, 9 meses... Deixo o registo apressado mas imprescindível.

Começo por um hoje e pelo meu rei: chegaram os terrores nocturnos, não são pesadelos, é um desconsolo vê-lo assim inconsolado e inconsolável. Noites dificeis em que acorda e por longos minutos chora e diz coisas desconexas... ´sei que tão pouco podemos fazer, esperar que passe e tranquiliza-lo durante o dia, para esperar noites mais clmas. Anda ainda mais mãe dependente, e tudo o que lhe pareça afastamento é perturbador. Talvez ainda ande a assimilar a chegada da irmã, embora com ela se desfaça em mel e mimos. Ele está um senhor, fora essa dependência, a chegada dos 4 anos fazem-se já notar, tem discurso elaborado (e cada vez mais) desconcertante, usa expressões e palavras à primeira vista difíceis. É sempre encantador e perturbante.

Da princesa de 6 dentes, não tinha sido aqui registado que o primeiro no dia em que completou 7 meses, seguira-se em menos de 15 dias mais 3. A particularidade é que em cima vieram primeiro os incisivos laterais, dando-lhe um ar de vampirinha e traquinhas. Por esta semana veio o 5º e ontem (parabéns avó) o sexto dentinho do conjunto. baba baba e baba... e algum espero que agora lhe dê tréguas por algum tempo. Está gordinha, mais irrequieta, rebola e ensaia o gatinhar. Se vê a mãe a passar chora por colo e chora sempre que alguém espirra perto dela. Fez há dias 9 meses e são tantos os sorrisos.

Ando cansada, é certo... sei que a vida tem a felicidade como cunho, tenho todas as alegrias que uma mãe pode ter e no entanto, sinto uma incrível necessidade de me desligar por uns dias de toda esta responsabilidade que é o ser tão mãe.

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Dias que se contam

"Mãe sabes quem é o meu coração?"
"Não filho, quem é?"
"É a Clarinha!"

E o sorriso desenha-se no seu rosto e no meu coração

"A Clarinha tem cara de Lua cheia mãe, como o palhaço da canção"
Ambos cantamos e ela deliciada.

Coração de mãe enche-se com esta cumplicidade que cresce entre os irmãos. O mano grande ensaia os dias em que levará os dois pequenitos tornados teenagers, para saídas na discoteca.
A vida é para se ir desenhando...

Em 8 meses, a nossa vida ganhou cores mais claras, iluminou-se com os teus sorrisos, os dias transformaram-se em descobertas de mais um tesouro.
Receber, receber-te, no coração e nos dias, tão novos, tão cheios de maravilhas. Aos teus olhos, nos nossos olhos, na vida tão cheia de promessas, de novidades, de desejos.

Que a vida te receba sempre, como num sonho bom, e que a calma que hoje te habita, possa te encontrar sempre, ao final de cada dia, em cada gesto de amor, em cada pedaço de céu, em cada ser onde os teus olhos pousarem a beleza.

Assim, como no dia de hoje te ponho no meu colo, que a vida me permita ter sempre estes braços a acolherem-te as alegrias, as tristezas e os sonhos.

8 meses dela em nós... o nosso coração cheio dela e de Amor.
A vida já não podia ser diferente.

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