Lilypie Fifth Birthday tickers

Lilypie Second Birthday tickers

Dias que se contam

"Mãe sabes quem é o meu coração?"
"Não filho, quem é?"
"É a Clarinha!"

E o sorriso desenha-se no seu rosto e no meu coração

"A Clarinha tem cara de Lua cheia mãe, como o palhaço da canção"
Ambos cantamos e ela deliciada.

Coração de mãe enche-se com esta cumplicidade que cresce entre os irmãos. O mano grande ensaia os dias em que levará os dois pequenitos tornados teenagers, para saídas na discoteca.
A vida é para se ir desenhando...

Em 8 meses, a nossa vida ganhou cores mais claras, iluminou-se com os teus sorrisos, os dias transformaram-se em descobertas de mais um tesouro.
Receber, receber-te, no coração e nos dias, tão novos, tão cheios de maravilhas. Aos teus olhos, nos nossos olhos, na vida tão cheia de promessas, de novidades, de desejos.

Que a vida te receba sempre, como num sonho bom, e que a calma que hoje te habita, possa te encontrar sempre, ao final de cada dia, em cada gesto de amor, em cada pedaço de céu, em cada ser onde os teus olhos pousarem a beleza.

Assim, como no dia de hoje te ponho no meu colo, que a vida me permita ter sempre estes braços a acolherem-te as alegrias, as tristezas e os sonhos.

8 meses dela em nós... o nosso coração cheio dela e de Amor.
A vida já não podia ser diferente.

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Caiu do céu

Uma estrela,
e por engano a janela tinha sido deixado aberta nessa noite.
No chão do quarto adormecido, está um brilho desmesurado que inunda os sonhos de uma luz tão nova.
Ninguém sabe como aconteceu,
talvez tenha sido apenas uma brisa ligeira, que brincalhona, cortou o fio transparente que prendia a estrela no céu.

Xiuuuuuu!

De manhãzinha, quando os olhos amanhecidos despertaram para a luz do dia e daquele pequeno astro caído, os pés fizeram-se de lã e em pontas aproximaram-se curiosos.

Que bela era, sorriam enquanto a contemplavam sentados ao lado do brilho, agora também reflectido nos seus rostos.

Os manos davam as mãos de felicidade e esperavam...
... afinal, as estrelas adormecem quando chega o dia!*


nota pequenina: tenho andado longe desta fábrica de fazer mundos, lugar onde o João, envolto em palavras foi descrito e foi crescendo. Fica hoje esta pequenina história, de estrelas, de céus que se constróem... memória ou promessa daquilo que também sou e tenho para lhes dar. (propositadamente em cor diferente dos registos)

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A Parábola da Vaca

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.
- O senhor vê aquela vaca ? - disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo :
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.
o discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre ! Como pode ser tão ingrato ? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem !
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem :
- Vá lá e empurre a vaquinha.
Indignado porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família, pedir desculpas. ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.
Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá.
- Claro que sei. Você está olhando para ela.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse :
- Mas o que aconteceu ? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo ?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu :
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos.
E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.


- Moral da história : às vezes é preciso perder para ganhar mais adiante. É com a adversidade que exercitamos nossa criatividade e criamos soluções para os problemas da vida. Muitas vezes é preciso sair da acomodação, criar novas idéias e trabalhar com amor e determinação.

- O porquê desta parábola: Uma das nossas Vacas morreu!

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7 MESES


Chegamos ao 7, número mágico num mês de número 7... Todos em uníssono a cantar um enorme bem haja à minha bela princesa. Está gordinha, e já perdeu o aspecto de ser pequenina. Tem umas pernas roliças e uns olhos vivos de quem gosta de comer mundos. Do cabelo caído sobrou uma franja que lhe dá um ar fric. É toda morena, mesmo sem sol tem a cor mais escura que irmão, e a sobrancelha carrecada e até um ligeiro bucinho preto que lhe vai dar dor de cabeça bem cedo. Agarra os brinquedos e leva-os à boca, mas não os passa de uma mão para outra. Já come sopinha ao almoço e papa ao lanche, vamos tentando a meio da manhã que coma fruta, mas até agora parece não gostar de nada do que provou. É a minha princesa, sossegada mas manhosa e muito curiosa do mundo que a rodeia. Chegamos ao 7 número mágico.
Eu...
Continuo encantada!

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Rostos

Quando olho os rostos, meus, de sempre posso agora dizer.
Quando olho os rostos meus, de sempre, sei, apenas sei.

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Tudo mais tranquilo

O último post é do João (!)

Está tudo mais tranquilo, tudo passará, à partida, com antibióticos.
Hoje será a festa dos pinguins no infantário!

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,ºiuçi
ººu+piplput«l'«ivr''io9jtyioyhur8kiulo'tu78ku

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